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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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Hoje, eu sei o que eu não sabia
A vida é fria e até corrói
Pela janela, já era dia
Você é linda e isso dói.

A minha esquerda estava vazia
Você sumiu com a madrugada
Pela janela, já era dia
Não há mais contos, não há mais fada.
(Trecho da transcrição da fala do filme "A madrugada acabou")
Clicando aqui, você assiste ao filme
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Desvendado o mistério - Descoberto o verdadeiro culpado pelo que deu errado em sua vida.

No segundo semestre de 2010, fiz um curso de desenvolvimento pessoal, que durou um fim de semana inteiro. Disseram-nos, durante uma longa palestra, que, naquele dia, conheceríamos o verdadeiro responsável por todas as coisas que não ocorreram, na nossa vida, como gostaríamos. Os palestrantes instigaram a gente, fazendo-nos crer que poderíamos, enfim, saber o nome do culpado de tudo.

O que você faria se ficasse frente a frente com o responsável por todas as mazelas e infortúnios da sua vida? Vingar-se-ia? Daria uma sova nessa pessoa? Cometeria o irreversível pecado capital?
(Trecho da crônica para rádio "O teorema da responsabilidade")
Clicando aqui, você ouve a crônica
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Atendendo ao clamor do populacho, um repórter global foi perguntar a Viscome o que havia ocorrido. Viscome respondeu: “A corrupção existe mesmo. Desde quando eu era criança, eu já ouvia falar em corrupção.”

Viscome, Viscome… um malandro deve ser inteligente, Viscome… malandro burro é a coisa mais feia que há. É desnecessário lembrar que, de uma violenta porcentagem dos 55 vereadores que estavam envolvidos, Vicente Viscome foi o único a vestir o macacão e a boina com faixas horizontais pretas e brancas, com um número de três dígitos estampado no peitoral da pomposa vestimenta.

Quase que eu fiquei com dó do Viscome. Com aqueles olhinhos baixos, frágeis como os de um cervo diante da mira da espingarda de um caçador, ele se perguntava por que só ele havia tomado na tarraqueta.Clicando aqui, você lê o texto completo
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E eu não sei
Se esse é o momento
Mas esperei
Você e seu passo lento.

Que demorou
Tardou a chegar
Mas quando chegou
Chegou pra ficar.

Você mudou a minha vida
A coisa velha foi destruída
E algo novo...
Nasceu! Nasceu!
Chegou pra ficar!
Chegou pra ficar!Clicando aqui, você assiste ao making off da Banda Lyra Azul no estúdio
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Não aprendi nada, mas o meu grupo montou um kart. Achei que, ao menos, na minha vez de pilotar, eu me divertiria, entretanto eu – que sou vítima de xingamentos machistas sempre que dirijo carros com vidros fumês – não honrei as minhas calças e mostrei pros meus companheiros um defeito no nosso kart, precisamente na pecinha que fica entre o volante e o assento... derrapei numa poça de água e o choque com o outro automotor foi forte...

Saí tonto do veículo. Uma excelente oportunidade pra não constatar conscientemente o vexame no qual me metera. Meio que chapado, observei a fusão entre os dois carros avariados... ou seria, nessa altura, um apenas?

De certo modo, o que possuímos em nossas vidas é exatamente isso: o que edificamos e o que acontece além do nosso controle. A mescla destes dois elementos dá-nos o que temos no presente instante. E a chuva? A chuva são as condições adversas: o ladrão que levou o meu celular no dia em que eu receberia a resposta da entrevista de emprego ou o galho de árvore que caiu justo na hora em que eu passei.

É... Esta analogia platônica, eventualmente, teria ajudado, se a aula fosse de filosofia, mas, pelo olhar dos meus colegas de equipe, acho que eles não estavam muito interessados na minha fantasia quimérica...Clicando aqui, você ouve a crônica
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Bom… é claro que eu não me vanglorio disto. Pra falar a verdade, eu sinto bastante vergonha por ter apelado desta forma. Mas prefiro, eventualmente, cortar o coração de alguma leitora que, por ventura, esteja apaixonada por mim, a perder a piada. Ácida, como sempre, mas engraçada.

Confesso que o meu peito ainda dói, um bocadinho, toda vez que me lembro do rostinho da Bartira coberto de lágrimas.

É dilacerante a imagem que tenho guardada em minha memória dos poros gigantescos e abertos de sua face – que mais pareciam crateras vulcânicas – e das suas espinhas, que ficaram encharcados com o néctar oriundo de seu farto canal lacrimal.

Mas, depois de rezar meia dúzia de ave-marias e padre-nossos, eu me absolvi com a justificativa de que a culpa era dos meus irrequietos hormônios juvenis.Clicando aqui, você lê o texto completo