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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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Já são altas horas da madrugada
E eu saio da cama e venho até a cozinha
Minha mente está cansada
E minha alma está sozinha.

Tenho vontade de chorar
Mas acho que não mereço
De que adianta lágrimas formarem mar
Se os anjos não conhecem o meu endereço?
(Trecho da transcrição da fala do filme "Onde estão os anjos?")
Clicando aqui, você assiste ao filme
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Carta roubada me fora, pois, se sabe Ela os meus mais íntimos segredos
Farta e cansada, a Flor é dois D: donzela e deus, tais ínfimos os medos
Pavor da pureza e do majestoso mesquinho é pequeno comparado ao cansaço
Repor à minha mesa meu tão gostoso vinho chileno comprado no paço.

O Flerte meu com a Flor no festim do palácio de malvo
Asserte meu que a dor no meu rim errasse o alvo
E fosse parar bem distante do descanso que desfrutamos
Tão doce e tão zen, amante, sem ranço, me escuta: te amo.

Enfim, o oitavo soneto sussurro à hemácia do sangue
O fim de um bravo dueto: casmurro e iridácea exangue
Florzinha bela e ereta, no fulgor da lua calma, se deleita em absinto
Adivinha Ela, tão certa, o amor por sua alma que, na espreita, eu tanto sinto.
(Trecho do livro "Letras & Músicas" de Marcelo Garbine)
Clicando aqui, você lê o livro completo no Widbook
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Os olhos tortos e vesgos da doce criatura pareciam um sensual olhar quarenta e três, meio de lado, assim saindo, como cantava Paulo Ricardo, nos anos oitenta.

O exageradamente avantajado pescoço dela funcionava como uma mola propulsora com o qual Bartira podia ser bem ligeira.

Os escassos dentes de Bartira contribuíam pra que eu não me ferisse.

A cabecinha chata de Bartira era ótima como porta-copo de Coca-Cola.

E as orelhas de abano da Bartira podiam muito bem servir como chacoalhadores, as quais eu agarrava, uma em cada mão, pra chacoalhar a pobre Bartira e incentivá-la a aumentar a velocidade.

Desde cedo, aprendi olhar o lado positivo das circunstâncias. Por isto, tenho vontade de escrever um livro de autoajuda. Vocês comprariam um livro de autoajuda escrito por Mingau Ácido?

Deixando a pesquisa de mercado pra outra hora, vamos voltar à Bartira. Doce Bartira...Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação gráfica
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– Você não pode falar muito. Seu nome é Marcelo. Já se esqueceu da música “Tu é gay que eu sei” ou “Rap do Marcelinho”, da banda Rosa Choque? Fez sucesso no final dos anos noventa.

– Não só eu esqueci como essa música foi apagada da memória coletiva. O que é bom, como o Marcelo Nova, fica. O que é lixo é sepultado.

– Mas eu não esqueci, viu? A música dizia: “Falam do Marcelo coisa bem profunda / Casou pra disfarçar / Só pra descansar a bunda / Solta essa franga, Marcelo / Solta essa bicha, menino / Que bom ser do babado / Ser bicha é divino”.

– Obrigado por desenterrar. Mas eu nunca fui zoado e nunca vi nenhum Marcelo sendo zoado. Já as Silvias… A sua é bem pior: “Vive dizendo que me tem carinho, mas eu vi você com a mão no p… do vizinho. Ô Silvia…”.Clicando aqui, você lê o texto completo
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– Que livro é esse aí na sua mão?

– O Segredo.

– Ah, esse aí que é aquele livro que promete sucesso e dinheiro para pessoas fracassadas?

– Cada um olha as coisas pelo ângulo pelo qual lhe é mais familiar…

– Você conhece alguém que ficou rico lendo esse negócio aí?

– De certo modo, sim.

– Ah, então ele guardou muito bem esse segredo, não é?

Meu Deus, esse homem deve sofrer, parcialmente, de paralisia facial. Ele só sorri com um dos cantos da boca… – pensei.

– Senhor taxista, pode dar-me um cartão seu? Quero sempre usufruir dos préstimos de um profissional bem sucedido.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação gráfica
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Ao cair do sol de uma tarde de domingo monótona, degustando, na varanda, o seu Kumeu River, safra dois mil e nove, adquirido, há três meses, em sua visita à Marlborough, notou um papel estampado, introduzido no ângulo inferior esquerdo da moldura de seu quadro pintado por Don Binney.

Levantou-se e verificou o objeto. "Estranho!" – refletiu – tendo em vista que residia singularmente naquele imóvel. Quem teria inserido o cartão número cinco – que exibia um soldado invasor – naquela pintura artística que projetava uma ave? Por que o gladiador estava riscado à caneta com aquela ilustração esquisita?Clicando aqui, você lê o conto completo