Baralho Literário




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Senti no bolso a cleptomania
O meu dinheiro tá na tua mão
Uma quadrilha só de vagabundo
Levou minha calça, fiquei peladão.Clicando aqui, você ouve a música
O meu dinheiro tá na tua mão
Uma quadrilha só de vagabundo
Levou minha calça, fiquei peladão.Clicando aqui, você ouve a música
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E são as cores as matizes sinestésicas que darão sentido às palavras que, por si só, não possuem significado algum, a não ser que haja acordo entre quem fala e quem ouve, quem escreve e quem lê.Clicando aqui, você assiste ao vídeo com animação digital
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Era um domingo de outubro de 1985. Contava eu apenas oito anos de idade. Pela janela do trem, que passava pelo município de Valinhos, interior de São Paulo, avistava vacas no pasto, debaixo de um sol atroz. Ao meu lado, um homem grisalho de barba e terno... e um livro na mão... Estranho... O terno do homem era roto e batido, o livro amassado, cheio de orelhas e com páginas que já não eram mais brancas.Clicando aqui, você lê o texto completo
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